"Quando o dedo aponta a lua, o imbecil olha o dedo."

(Provérbio chinês)

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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Bom dia!

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Mais um dia lindo de chuva :s
E minha cara tá mais ou menos assim.
Durante as férias você se acostuma a dormir cedo, coisa de gente idiota mesmo, fazer isso. Aí as aulas voltam, e no outro dia você tá caindo pelas tabelas. Tô com sono véi.
Ô vida!

Um beijo?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Na boa, com que direito você vem, e aparece nos meus sonhos, e me faz perder o sono?
Não te dei essa liberdade, nem se quer conversamos sobre isso; na verdade, nem se quer conversamos algum dia.
Não faz mais isso não

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Tá aqui ele;

Me diz gente, o que seria desse lugar aqui sem essas velhinhas senhorinhas queridas e bem humoradas, que agente encontra por aí? Me diz porque eu não sei.
Ninguém melhor que essas pessoas pra te alimentar o ego, logo de manhã, numa segunda-feira bem feiona, onde nem o face ta funfando. Ê tédio!
Mas bem, voltado ao assunto. Elas sempre vem com elogios bonitinho, do tipo, "você é simpática - você é querida - você é educada (mérito da mãe esse, ma né) - você é bonita (e elas miupes, pf, ma ta valendo) - e mimimi e mimimi.
E eu gosto dessas coisas, ou melhor, não ha quem não goste de paparicação.
Enfim, tenho 7263472364764 de avós emprestadas.

O meu medo quanto a isso, só vem na hora que eu lembro de todos os cafés, que eu prometi tomar com elas. é o mesmo que 10kg a mais (: #tenso


...

Aí que, como se não bastasse ser segunda, tô morta de sono.
Também né, me empolguei ontem, organizando meu lindo quarto, cofcof; depois fui escrever, e ler o livro que ganhei da madrinha Lu a meses e que ainda não passei da página 20. #vergonhainterna
Quando resolvi que era hora de ir pro berço, vi que já se tratavem de 01:13 da manhã; mas né, sem unha bem feitinha é que eu não vinha trabalhar né.
Pois fiz a unha e fui dormi sei lá que horas. O resultado tá aí ó, olheiras indisfarçáveis, porque as normais já tenho por natureza, e um baita sono ¬¬

Tenham um bom dia!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Veeeeem verão.

aí que se hoje não chegou no 0°, passo bem perto :s
#pqp

terça-feira, 31 de maio de 2011

E sabe, foi bom te ver, moreno.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Mas agora tanto faz.

E derrepente, assim, do nada mesmo, me deu uma tristeza em pensar que não vou embora desse lugar tão cedo.
Mas o problema não é com o lugar nem com as pessoas, é comigo mesma; Eu é que sou estranha, e não era essa a vida que eu queria. Sério.

...


PS: tem felicidade maior do que descobrir o nome "daquele" cara que te deixa de pernas bambas quando passa, e depois correr pra face pra procurar?
Vai, me diz, tem? .-. #morri

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Oi, eu amo segunda-feira (:

Bom, não são nem 10:00 hrs da manhã, e eu já cai um tombo de bicicleta, tomei dois banhos de chuva, cheguei uma hora atrasada no trabalho, e quase chinguei a auxiliar não sei do que da escola da minha irmã.
E ainda consigo responder bom dia pras pessoas que me cumprimentam.
Eu sô estranha né.
Agora é esperar pra ver o resto do dia que vem pela frente. .-.
Do jeito que tá, nem me admira que dê um Tsunami aqui hoje e leve tudo pra sei lá onde.

um beijo.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

assim, "pra sempre"

Tantas vezes não encontro
o jeito certo pra te dizer,
Mas o teu olhar perfeito
consegue sempre me entender.
Teus sonhos se misturam
aos meus planos.
Tua perfeição e os
meus defeitos.
É assim o nosso jeito.

Me chama amor,
Que eu tô a afim de te roubar.
Seja como for,
eu te quero assim pra sempre.

(Pulso Colorido)


PS: Gente, essa é uma banda - chama-se Pulso Colorido - que provavelmente poucos de vocês conhecem ou nem conheçam, talvez.
São todos catarinenses, e muito talentosos.
Pra quem quiser saber mais: Site Oficial - Pulso Colorido

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Eu não gosto de gente que sabe-tudo.

Vou pro centro perseguir filas. Um beijo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Desabandono

É aquie!
Oi povo, tão tudo bonzinho?
Psé, abandonei tudo aqui por dois dias e um pouco mais porque fui pra minha terra.
Ahhhhhhhhh como eu AMO aquele lugar. Óquei, concordo que é quase o fim do mundo esquina com onde o vento faz a curva, mas cara, lá pra mim é tudo perfeito e se pudesse, sim se PUDESSE, voltava de vez pra lá correeeeeeeeeendo. Mas pqp não posso. Tenho saudade das pessoas de lá, das ruas de paralelepipedo que tem lá, das árvores de lá, das casinhas de lá, das festinhas de lá, do frio de lá, dos amigos-irmãos de lá, do ar de lá, dos dias de chuva de lá.

Passei quase dois dias inteiros no meio do mato como antes, acordando com galo cantando, vi vaca, mato e mais mato. Eu gosto disso. Sou daqueles seres que não nasceu pá mora na cidadi grandi uai. Porém, nem sempre se pode fazer o que vem na ideia, e sendo assim, eu não moro mais no mato.
Tô perdendo o fio da meada porque tô morta, cansada pacas.
Boa noite fofolindos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

a janela do canto.

Sua rotina era a mesma a alguns meses, baseada na dele. Todos os dias ela subia as escadas que levavam até o andar de cima da casa, levando consigo os livros e cadernos do colégio, sem esquecer do celular e os fones de ouvido. Pro escritório, - sim eles tinham um em casa, o pai tinha arrumado para si anos atrás quando sonhava com a carreira de sucesso como corretor de seguros, esta que foi por água'baixo em menos de ano - era pra lá que a menina ia, todas as tardes com o intuito de estudar em paz longe da baderna que os gêmeos faziam; assim pensava a mãe. Mas para a pequena menina dos olhos cor de mel, não era só isso.

:: Na casa azul que ficava quase em frente, morava uma familia muito estranha e agitada. O único 'normal' de lá era o filho do meio, João. Menino calado, dono de um sorriso lindo mas que poucos tiveram a chance de poder ver, empenhado e estudioso, motivo pelo qual era tirado pra bobo pelos irmãos e pais.
Passava as tardes sentado numa mesa colocada ao pé da janela no pouco espaço que havia em meio a desordem da casa. Lá ele se sentia bem; perto de seus livros, no seu mundo proprio.

:: Os ultimos dias tinham sido de chuva e frio intenso. Fernanda, a menina dos olhos de mel, seguia seu ritual diário de todas as tardes. Em mais uma dessas tardes frias, subiu as escadas com o material de estudo, adentrou a sala - o escritorio na verdade - encostou a porta, jogou as coisas na mesa e correu pra janela. A janela do canto; a janela que dava pra rua em frente; a janela de onde se via o interior da casa azul. Era o melhor e o passatempoperferido da pequena: ficar ali durante minutos, horas, a tarde toda talvez, a observar e admirar o menino dos cabelos negros que morava na casa vizinha. Este que era o inspirador dos contos todos que escrevia.

Esse era o motivo da escolha daquela sala para local de seu estudo. Era a melhor maneira de alimentar o amor que sentia pelo menino misterioso, sem que a timidez o medo e nem ninguém atrapalhasse. E também, sem que ele de tudo soubesse. Aquilo fazia bem a ela, aquele amor que ela sentia, mesmo sem nunca ter sido correspondido, acalentava seu coração.
Como em todos os dias, ele lá estava; os cabelos negros, a pele branca contrastando com o moletom vermelho que vestia. Um certo tempo da observação havia se passado, quando a menina ouve passos na escada. Sua primeira reação foi um misto de desespero, medo e angustia, por ter que sair dali ou por estar ali. Rapidamente levantou da poltrona que lhe servia de 'observatório' e correu para a mesa, espalhando a abrindo alguns livros, de maneira que convencesse que aquele era um momento de estudo mesmo, se necessário fosse. Assim que se sentou na cadeira, algo ou alguém pegou na maçaneta da porta e a mesma abriu: era sua mãe para dizer que Isabel estava ao telefone a sua espera; e logo retirou-se.
Um certo ar de alivio ocupou o lugar, e ela ainda trêmula com o ocorrido, levantou-se e foi atender a amiga.

Mal sabia ela que no instante em que deixou a janela, deixou também o menino da casa azul, que dirigiu o corpo e o olhar a janela naquele exato instante, com o desejo de poder mirar mais de perto, os detalhes da admiradora que acabara de descobrir que tinha.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

[...] E eu tenho mais perguntas que respostas!
Tem tanta gente no mundo,
Vivendo vidas seguras,
Será que só eu me sinto tão confuso?
Eu encho a alma de sustos,
De vaga-lumes e estrelas,
E fico feliz por nada ou quase tudo.
Me sinto meio antiquado,
Pensando tanto em família,
Vivendo cercado de poucos bons amigos.
Eu acredito em bondade,
Amor e honestidade.

(Leoni)

sábado, 31 de julho de 2010

Aos meus vizinhos queridos.

Morar num lugar como este, onde eu moro, até tem suas vantagem. Uma delas é: não tenho vizinhos permanetes (?), só de fim de ano -veraneio no caso - ou de fins de semana.
Ótimo não é? Em partes. Porque não corro o risco de ser vigiada pela velhinha fofoqueira, mas também não tem nenhum bonitão pra se admirar pela janela eiauheiuahueia, e o mais importante, não tem ninguém pra interromper o teu delicioso descanso, você consegue dormir a noite õ/
Mas em compensação, quando eles aparecem, atormentam por TO-DOS os dias que não não estavam 'em casa'.
Em resumo, ontem lá pelas 21:00 hr os queridos da casa da frente chegaram pra aproveitar o solzão que os metereologistas prometeram pro fimdesemana, e azucrinar o juízo de quem precisaria acordar cedo para trabalhar no dia seguinte, com aquelas músicas palhosas escolhidas a dedo que SÓ eles curtem.
Mas eu nem ligo sabe. ¬¬

APROVEITEM O SOL E VOLTEM SEMPRE QUE FOR POSSÍVEL!