"Quando o dedo aponta a lua, o imbecil olha o dedo."

(Provérbio chinês)

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tem um momento na vida, em que uma varinha mágica de condão, te dá um toque de realidade. Aí você pára pra pensar, e pra perceber o quão burro você é, ou esta sendo. E é aí que você resolve acabar com essa prezepada toda, tomar uma atitude pra tentar mudar as coisas, ao invés de ficar praguejando e reclamando que sua vida é uma, coisa.
E assim, foi isso que fiz. Pedi a assinatura que faltava pra minha carta de alforria, e vou tentar ser feliz ao meu modo, sem medo de estar ou não ferindo os sentimentos alheios.
Pois penso que se algo vai mal, não há porque insistir e magoar mais e machucar mais e adiar mais o que já estava previsto a muito tempo.
Na verdade, cansei.

Acredite, será melhor assim, pra todos.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Blink me remete ao passado

mas um passado bom.



Blink 182 - "Always"

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

vou falar de Natal.

Dando um giro pela blogosfera à fora, percebi que uma porrada de gente tá falando em Natal já faz tempo. É, mais precisamente desde o início deste novembro que taá se acabando. Aí é que quero chegar. O Natal virou mais um "super motivo pro comércio faturar".

Gostava mesmo do Natal quando era pequena. Passavamos o Natal com a famiage. Eu e meus primos iamos pra casa da vó, pra ajudar a enfeitar a casa e o pinheirinho, sempre no dia 24 de dezembro (ou quem sabe 23, mas antes disso nunca). Detalhe que era pinheiro de verdade, cortado a facão no mato - tá, hoje em dia não pode mais porque araucária tá em risco de extinção e o IBAMA pega quem corta -, daqueles que espeta os dedos. Era tão legal *---* As luzinhas coloridas, o prezépio que era quase um dilema porque agente nunca sabia de que lado ficava a vaca, tudo.
Sem contar as bolachas de melado, bolacha de Natal como agente chamava, que agente ajudava a fazer também, e pintar com glacê e colocar confeitinho depois. Isso nem morreu tanto assim, porque a mãe ainda faz lá em casa.
E o que mais sinto falta nesses ultimos anos, é da hora dos presentes quando agente sempre rezava ao pé da árvore com o vô, e do almoço em família do dia 25. Familia que digo, é vô, vó, tios e tias, pais e mães, irmãos e irmãs, primos e primas, a galere mesmo.

Mas né, o tempo passa e as coisas mudam.

domingo, 24 de outubro de 2010

passed like the wind :)

[...]You’re invisible
Invisible to me
My wish is coming true
Erase the memory of your face
...
One day you will wake up
With nothing but “you’re sorrys”
And someday you will get back
Everything you gave me.

(Hey Monday)